Seis caminhos para sair da dor - Fisioterapeuta - Leonardo - Fortaleza

Existem MUITAS opções diferentes para o tratamento de dores musculoesqueléticas comuns. Por exemplo, a dor nas costas costuma ser tratada com alongamento, fortalecimento, controle motor, massagem, ioga, etc (eu não coloquei injeções, medicamentos nem cirurgias, Percebeou?).. Quais métodos valem a pena tentar?


Claro, você deve consultar um profissional para obter orientação. Mas é provável que eles prescrevam uma maneira específica de tratá-lo (que nem sempre funciona),e tem apoio de pesquisas.


Algumas pessoas descobrirão que levantamento terra pesado melhora a dor nas costas, enquanto outras terão a experiência exatamente oposta. O mesmo é verdadeiro para pilates, manipulações de Osteopatia/Quiropraxia ou corrida. Não há muitas maneiras de dizer com antecedência quais dessas atividades serão úteis, então provalvelmente você terá que explorar para descobrir. Este post descreve sete categorias básicas para diferentes maneiras de sair da dor. Eles são:


1 - Descanso (Mas nem tanto)


2 - Treinamento de força (Com muita força!)


3 - Mobilidade (Eu entro aqui)


4 - Consciência Mente-corpo (por exemplo, meditação, ioga)


5 - Saúde geral (dieta, exercícios gerais, sono, redução do estresse)


6 - Terapia manual (Eu entro aqui também- por exemplo, Alongamento, mobilização, manipulação)


Vale a pena tentar cada um dos métodos acima para muitas variedades de dor, mesmo na ausência de um diagnóstico específico. Eles são como medicamentos, com muitos benefícios e poucos efeitos colaterais. Em alguns casos, você não precisa de um especialista para usá-los, especialmente se você conhece alguns princípios básicos de exercícios.


1. Descanso

Se o tendão de Aquiles começar a doer após algumas semanas após iniciar uma corrida, é provável que o excesso de estresse mecânico seja a causa principal. Portanto, o repouso é a primeira escolha lógica para o tratamento. A maioria das pessoas descobre isso facilmente. Pena que muitos não respeitam isso.


O motivo para não respeitar o descanso é que algumas pessoas simplesmente não gostam de descansar. Eles sempre erram por se esforçarem (de mais).


Outra razão é a falta de percepção do aumento da atividade física. É óbvio que 5 km / semana de corrida é melhor do que nada, mas passar de 5 para 15 km, de uma semana para outra pode ser o que chamamos de estressante. O aumento do estresse físico é ainda mais difícil de notar quando se trata de uma atividade diferente. Exemplo: Malhar duas vezes por semana as pernas pode solicitar uma diminuição da quilometragem da corrida. Lógico? Nem tanto. Ainda mais quando se divide os exercícios em grupos musculares. A maioria pensa que agachar não gera força nos pés. Sim. Gera.


Para manejar isso direitinho, verique abaixo:


Se doer, não faça isso (pelo menos por enquanto). Ou faça menos.


Evite "overtraining" e gerencie sua carga de treinamento.


Tente reduzir o estresse emocional.


Otimize seu sono e tempo de descanço


Mais descanso nem sempre é melhor. Se você já descansou o suficiente para se recuperar, provavelmente é hora de se exercitar. Consulte um especialista para saber a diferença.


2. Treinamento de força

Das diferentes estratégias que coloco aqui, treinamento de força é definitivamente aquele que os meus pacientes não querem tentar


Aqui está o ponto principal: para muitos tipos de dores comuns, você não encontrará um tratamento que funcione melhor, em média, do que simplesmente fortalecer os músculos ao redor da área dolorida, de uma forma que não agrave a dor .


Para obter melhores resultados, você deve consultar um especialista em treinamento de resistência, especialmente um fisioterapeuta que saiba como treinar para lidar com a dor. O objetivo simples é aumentar a força sem agravar a dor. Uma das melhores ferramentas é o exercício isométrico, o que significa trabalhar os músculos sem se mover, como você faria se empurrasse o máximo possível contra uma parede.


Para garantir que o exercício não agrave a dor, geralmente é recomendado evitar níveis de dor acima do desconforto moderado (até 4 em uma escala de um a dez). Além disso, certifique-se de que sua dor não piore após o término do exercício ou no dia seguinte. Há uma boa chance de você se sentir melhor quase imediatamente, pois o esforço muscular intenso é uma boa maneira de criar analgesia induzida pelo exercício.


Detalhe: Não existe UM método de treinamento de resistência (por exemplo, Pilates, halteres, máquinas) que seja muito superior aos outros. Concentre-se no princípio básico de sobrecarga progressiva


3. Trabalho de mobilidade

Trabalhar para aumentar sua amplitude de movimento confortável e funcional é um tratamento básico em todos os lugares do mundo. Um alongamento simples, como o alongamento estático, pode causar sensações imediatas de relaxamento, redução do tônus ​​muscular e redução da sensibilidade à dor.


Acredito que o trabalho de mobilidade é especialmente útil se: (1) você tem uma amplitude de movimento obviamente restrita nas articulações perto de uma área de dor; (2) você tem uma sensação desagradável de rigidez perto da área de dor; e (3) a sensação de rigidez está nos músculos e não nas articulações.


4. Mente / corpo

A dor não se trata apenas de “problemas nos tecidos”. Depende de como o sistema nervoso e as partes inconscientes do cérebro percebem o que está acontecendo no corpo. Isso é especialmente verdadeiro nos casos em que a dor é crônica, se correlaciona com outros distúrbios perceptivos e parece motivada mais por questões psicossociais do que estruturais. Existem muitas práticas mente / corpo diferentes que buscam melhorar a percepção do corpo por meio da Atenção plena (Mindfullness) e várias demonstraram diminuir a dor.


Se você está interessado em prática mente / corpo, considere uma das seguintes opções como uma forma de controlar e tratar a dor crônica.


Meditação


Redução do estresse com base na atenção plena


Ioga


Dança


Pilates


Artes marciais


Ressalvas

Nunca pense que a dor está só em sua cabeça, que o corpo não importa, que a dor é sua culpa ou que você pode pensar sobre a dor com a mentalidade certa.


5. Melhorar a saúde geral

Qualquer coisa que você possa fazer para melhorar sua saúde geral tem a chance de ajudar com a dor musculoesquelética, especialmente quando a dor é crônica e se apresenta junta com outras condições crônicas complexas, como obesidade, depressão, ansiedade ou doença autoimune.


Nesse caso, trabalhar para melhorar a saúde geral pode ser a melhor maneira de tratar a dor. Isso significa trabalhar em sua dieta, otimizar a composição corporal, exercícios aeróbicos, sair de casa, passar um tempo com amigos e família, tentar minimizar o estresse emocional e dormir melhor.


6. Terapia manual

Há evidências de que as terapias manuais, como liberação, mobilizações e manipulações, podem ajudar no tratamento da dor musculoesquelética.


Se você se sentir melhor após a terapia manual, os mecanismos fisiológicos podem não ser muito diferentes dos que fazem você se sentir bem após exercícios aeróbicos, treinamento de força ou pilates. Se você pode obter os benefícios das terapias passivas com atividade física, que você pode fazer em qualquer lugar, a qualquer hora, de graça e que têm outros benefícios para a saúde, provavelmente você deve preferir o ativo ao passivo. Por outro lado, não há dúvida de que, para algumas pessoas, o toque humano habilidoso oferece algo único.


Conclusão

Não existe um manual para tratar um problema específico, cada pessoa tem a sua individualidade. Eu atendo milhares de pessoas por ano e posso afirmar que nenhum problema é igual ao outro. O detalhe é que você precisa iniciar para resolver o seu problema. Alguns vão fazer você ficar pior, outros melhor. Boa Sorte!

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